60 ANOS DO PLANO MESTRE DE EVANGELISMO, DE ROBERT COLEMAN
RELEVÂNCIA QUE PERSISTE E CRESCE EM UMA ERA DE PROTAGONISMO DO INDIVÍDUO
Palavras-chave:
Plano mestre de evangelismo, Individualismo, Modernidade Líquida, DiscipuladoResumo
O presente artigo analisa o livro Plano mestre de evangelismo, de Robert E. Coleman, lançado em 1963, à luz do protagonismo do indivíduo, que marcou a abordagem discipular que propõe e tem se intensificado nos últimos sessenta anos. Para tanto, relembra a ideia central do livro, bem como seus princípios fundamentais, e os entrelaça com o fenômeno da individualização verificado pelo sociólogo Zygmunt Bauman como elemento configurador da modernidade líquida. Espera-se, com isso, demonstrar que o referido livro, tantos anos depois de publicado, continua relevante para a missiologia cristã e, com mais força ainda, à medida que a cultura se torna cada vez mais individualizada. Essa tendência exige uma abordagem discipuladora focada na pessoa humana, sem se esquecer, em contrapartida, da dimensão coletiva do discipulado, a qual se opera em complementariedade àquela.