LEITURA DA BÍBLIA E MONASTICISMO MEDIEVAL

Autores

  • Valtair Afonso Miranda Faculdade Batista do Rio de Janeiro Autor

Palavras-chave:

Exegese, Exegese Medieval, Hermenêutica, Joaquim de Fiore, Concordia

Resumo

Este artigo procurou apresentar as formas e procedimentos de leitura e interpretação de Joaquim de Fiore (1135-1204). Começando pela concordia, passando pela alegoria e terminando na tipologia, o abade estruturou um método que foi aplicado por ele tanto em textos bíblicos quanto em eventos e fenômenos históricos. Justamente essa relação íntima entre Bíblia e história parece ser a raiz lógica do seu sistema milenarista. A prática exegética do abade, em vários momentos, se constituiu num exercício de reflexão sobre o sentido da história.

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Biografia do Autor

  • Valtair Afonso Miranda, Faculdade Batista do Rio de Janeiro

    Doutor em História (UFRJ); Doutor em Ciências da Religião (UMESP); Mestre em Ciências da Religião 
    (UMESP); Mestre em Teologia (STBSB); Graduado e licenciado em História (UNIVERSO); Graduado 
    em Teologia (STBSB/FTSA). É Coordenador Acadêmico na Faculdade Batista do Rio de Janeiro, onde 
    leciona História do Cristianismo e Hermenêutica Bíblica. É Pesquisador Associado do Programa de 
    Estudos Medievais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente desenvolve pesquisas sobre 
    História do Cristianismo, com ênfase nas práticas e representações milenaristas, e nas formas de leitura da Bíblia. Dentre suas obras, é possível destacar "O Caminho do Cordeiro" (Editora Paulus) e "Lutero: 
    História, Poder e Palavra" (Fonte Editorial). 

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Publicado

2025-07-22

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