NOTAS SOBRE O LÓCUS IDENTITÁRIO DA MEMÓRIA BATISTA

Autores

  • Elcio Sant'´Anna Autor/in

Palavras-chave:

Batista

Resumo

O presente ensaio busca a identidade dos batistas a partir da sociologia da
memória de Maurice Halbwachs, o que tem se mostrado pertinente em razão do trânsito e da transmissão religiosos das igrejas históricas. A partir da ideia da insuficiência do testemunho individual, Halbwachs lançou as bases para uma memória coletiva. Assim pode-se entender que a memória coletiva é patrimônio de um grupo. É por isto que memória e identidade teriam profundas conexões. Assim a memória passaria a ser um
poderoso mecanismo de identidade. Um grupo que não tem memória, não poder firmar sua identidade e por isto está fadado a se perder. Com isto cabe aqui considerar a memória coletiva como mecanismo de identidade dos grupos e sociedades religiosas. A memória dos lugares sagrados produziria a renovação ou intensificação da fé. A hierópolis evocam
lembranças religiosas. Pois a memória religiosa é feita de uma tradição que depende de eventos e lugares determinados. A memória batista poderia se munir desta perspectiva dos espaços construtores de identidade religiosa.

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Publicado

2024-05-22

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Seção

Artigos - Música

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